Desde o início das atividades comerciais nas mais antigas organizações sociais existe uma necessidade de administrar os valores das organizações, e o pensamento administrativo foi surgindo.
O fim do feudalismo e aumento das atividades comerciais, juntamente com o fortalecimento dos ideais liberais contrapondo os modelos absolutistas da época possibilitou um avanço tanto comercial quanto tecnológico. E durante a revolução industrial as organizações já mais bem consolidadas aproveitaram o salto tecnológico para evoluir ainda mais seus meios de produção e uma nova necessidade de administrar as organizações. E em diferentes lugares do mundo o pensamento administrativo evoluiu, foi o surgimento da escola clássica da administração.
Taylor com o objetivo de conseguir a maior eficiência e combater o desperdício, fez um estudo dos tempos e movimentos, e chegou a conclusão que era necessário uma padronização alcançada através da divisão do trabalho e a especialização dos indivíduos e tinha a administração focada na tarefa e que o ser humano era orientado a motivações materiais.
Enquanto Taylor tinha sua ênfase nas tarefas, Fayol focou seu pensamento nos processos que exerciam um papel próprio dentro da organização, dividindo as funções administrativas, empresariais e estabeleceu 14 princípios básicos gerais.
Max Weber em busca de aumentar a eficiência e eliminar o patrimonialismo da época focou seu pensamento nas regras e nas normas, acreditando que controlando rigorosamente regras e normas através de uma autoridade burocrática, seria a melhor forma de transformar as organizações dentro do seu contexto social. Os princípios da burocracia envolviam divisão de trabalho, hierarquia e autoridade, racionalidade, regras e padrões, compromisso profissional, registros escritos, e impessoalidade.
Até então os trabalhadores eram vistos de forma muito lógica e tinha a ideia de que eles eram motivados apenas por meio materiais e financeiros, surgiu então a Teoria das Relações humanas que defendia que meio social da organização afetava na produtividade e no comportamento do indivíduo, e que uma supervisão mais cooperativa e uma autoridade capaz de interagir melhor com os funcionários aumenta a produtividade.
Até o fim da década de 60 as empresas eram vistas como sistemas fechados e o enfoque do pensamento administrativo era no interior das organizações até o surgimento da Teoria dos Sistemas que via a empresa como um sistema aberto com interação constante com o ambiente em que está inserida. No fim da década de 70 a Teoria Contingencial dizia que a administração das empresas deveriam variar dependendo do que acontece no seu meio ambiente.
O pensamento está em constante evolução e mudança de acordo com o ambiente e na visão que os administradores de cada época têm das organizações, e com o crescimento da comunicação e disseminação de conhecimento é possível evoluir e adaptar o pensamento para a melhor forma possível de administração.
Referências bibliográficas:
https://administradores.com.br/artigos/a-evolucao-do-pensamento-administrativo
https://www.youtube.com/watch?v=RusNqMwVkhw
https://administradores.com.br/producao-academica/evolucao-do-pensamento-administrativo
Integrantes do grupo
Bernardo Nunes Pinheiro
Caio Rafael dos Santos
Matheus Alexandre Rodrigues de Lima
Silas Mota de Sousa
Juliano Basso Dutra
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